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Um cara adorava motos Harley Davidson. Juntou dinheiro durante um tempão e foi até a revendedora. Chegando, o vendedor lhe disse: - Temos a última, que só não foi vendida ainda porque tem um pequeno defeito de fábrica. Não passou pelo último estágio de secagem da tinta e, portanto não pode molhar senão mancha a pintura. - Não tem solução ? - perguntou o nosso amigo. - Tem - disse o vendedor - Quando o tempo estiver para chover, passe vaselina na moto que preserva a pintura, sem problemas. Sem pensar duas vezes, comprou a moto, passou na farmácia, comprou a vaselina e guardou no bolso. A noite, sua namorada convidou-o para jantar em casa. Ele chegou, deixou a moto na rua e foi entrando. A namorada foi avisando: - Querido, depois do jantar não fale nada, não abra a boca, porque a norma aqui em casa é a seguinte: o primeiro que falar qualquer coisa tem que lavar a louça. - Tudo bem - disse ele. Após o jantar, todos quietos. Começou a relampejar. Nosso amigo pensou - E agora ? A moto lá fora e eu não posso falar nada... Teve uma idéia. Agarrou a namorada e tascou aquele beijo de língua, na frente dos pais, na esperança que alguém protestasse. Ninguém falou nada. E dá-lhe relâmpago. Agarrou a moça de novo, deitou-a na mesa e comeu a menina ali mesmo. Ninguém falou nada. Ia começar a chover a qualquer momento. Não teve dúvida, agarrou a sogra e comeu a véia também. Nada, ninguém falou absolutamente nada. Quando ouviu o primeiro pingo de chuva lá fora, levantou rapidamente, tirou a vaselina do bolso e... foi quando o sogro assustado, disse: - Pode parar por aí que eu lavo a louça.
Pai Natal existe? Nenhuma espécie de rena consegue voar. Embora sejam estimadas em 300.000 as espécies (cuja maioria é constituída de insetos e germes diversos) que ainda devem ser descobertas e classificadas, isto não justifica a existência de renas voadoras que somente Pai Natal utiliza. Há cerca de 2 bilhões de crianças no mundo. Já que Pai Natal parece não servir as populações muçulmanas, hindus, judias e budistas, isto reduz em 85% esta quantidade, deixando 375 milhões de crianças esperando Pai Natal a cada ano. De acordo com os dados dos últimos recenseamentos efetuados, com uma média de 3,5 crianças por residência, isto dá 91,5 milhões de casas a visitar. Supomos aqui que haja pelo menos uma criança boa em cada casa. Pai Natal dispõe de 31 horas, o dia de Natal, para efetuar seu trabalho (levando em conta os diversos fusos horários, da rotação terrestre, e supondo que a viagem seja feita do leste para o oeste, o que parece lógico). Isto significa 522,5 vistas de domicílios por segundo. De modo prático isto significa que, para cada residência com crianças boas, Pai Natal tem um milésimo de segundo para estacionar, saltar do trenó, descer pela chaminé, encher as meias, distribuir o resto dos presentes debaixo da árvore, comer o lanche que foi deixado para ele, voltar pela chaminé, subir no trenó e dirigir-se à casa seguinte. Supondo que cada uma destas paradas seja uniformemente distribuída em volta do planeta, estamos falando aqui de uma distância de 1.200 metros por residência visitada, ou seja, uma viagem total de mais de 110 milhões de quilômetros, sem contar as paradas para fazer o que todos nós fazemos pelo menos uma vez a cada 31 horas. Isto significa que o trenó de Pai Natal se desloca a 1.046 quilômetros por segundo, 3.000 vezes a velocidade do som. A título de comparação, o artefato de origem humana mais rápido que se conheça, a sonda Ulisses, se desloca a uma velocidade dolorosa de 44 quilômetros por segundo. Uma rena convencional se desloca a uma velocidade máxima de 24 km/h, quando está sob efeito de anabolisantes. A carga do trenó acrescenta outro elemento interessante. Supondo que cada criança receba apenas um Lego de tamanho médio (1 kg), o trenó transporta então 321.300 toneladas, sem contar o Pai Natal, que é invariavelmente descrito como obeso. No patamar das vacas, as renas convencionais só conseguem arrastar 150 kg de mercadoria. Mesmo que se conceda às renas voadoras uma capacidade de tração 10 vezes maior que a normal, seria impossível fazer esse trabalho com oito ou nove renas: seriam necessárias 214.200 renas especiais. Todas essas renas elevam o peso total para 353.430 toneladas, quatro vezes o peso do Queen Elisabeth - e não estamos levando em conta o peso do próprio trenó. 353.000 toneladas viajando a 1.046 km por segundo criam uma resistência enorme ao ar, aquecendo as renas do mesmo modo que o ônibus espacial entrando na atmosfera terrestre. As renas da frente absorverão 14,3 trilhões de joules de energia. Por segundo. Por rena. Resumindo, elas explodirão em chamas, quase que instantaneamente, expondo as renas adjacentes a danos colaterais severos e criando estrondos sônicos ensurdecedores quando de sua passagem sobre as aglomerações dormentes e serenas. O conjunto inteiro de renas será vaporizado, em menos de 4,26 milésimos de segundo. Durante este tempo, Pai Natal estará sujeito a forças centrífugas 17.500,06 vezes mais fortes que a força gravitacional. Um Papai Noel de 125 kg (o que parece muito conservador) seria esmagado no fundo do trenó por 2.157.500 kg de força. Conclusão: A aparição milagrosa de Pai Natal constitui para os maiores cientistas um fenômeno inexplicável.
Um homem casou-se na aldeia e estava levando a noiva para casa. Aparelhou a mula na carroça e lá foi estrada fora. Passado um bocado a mula parou e recusou-se a andar. O homem desceu da carroça, pôs-se em frente da mula e disse : - " E vai uma ". Voltou a subir e a mula andou mais uns quilómetros até voltar a parar. O homem voltou a descer, pôs-se em frente da mula e disse : - " E vão duas ". Passados mais uns quilómetros a mula parou pela terceira vez. O homem voltou a descer, pôs-se em frente da mula e disse : - " E vão três ", de seguida sacou de uma pistola e deu vários tiros na mula. A noiva, surpreendida e indignada, disse-lhe : - " Como pudeste matar um animal indefeso a sangue frio". O homem, aproximou-se da noiva, olhou-a fixamente nos olhos e disse : - " E vai uma ".
Quando Moisés saiu do Egipto, guiando o seu povo para a "Terra Prometida" levava consigo, como "Relações Públicas e Adido Para a Imprensa" um judeu franzino de nome Samuel que tinha por obrigação tratar dos assuntos do grande condutor de homens que era Moisés. Chegados ao Mar Vermelho, Moisés mandou chamar Samuel e perguntou-lhe o que estava combinado com os barqueiros. Samuel, coçando a cabeça, disse a Moisés que se tinha esquecido desse pequeno pormenor e que nada estava combinado, nem tinha contratado barqueiro nenhum. Moisés em fúria exclamou : - " E agora o que queres que eu faça ? Que apele a Deus para que faça um milagre e afaste as águas ? ". Samuel retorquiu-lhe de imediato : - " Moisés, se fizeres isso asseguro-te duas páginas centrais no Velho Testamento. "
SERMÃO DE UM PADRE ALEMÃO A UMA ALDEIA
Meus carríssimos irmons: Quem criou o mundo fo Deus, ontem fo dia Santo, fo dia de alegria, fo dia de satisfaçon. A semana que vem terremos uma proceçon, mas non serrá como a de ano passado, que os molherres se menstruravam aos homens. Ela serrá dividida em trreis filas: uma combosta de homens, uma combosta de molherres e outra combosta de crianças. Os molherres deverron vir com vestidos brrancos e se non tiverrem, poderron vir cu da mãe, cu da tia ou cu da vó. Os molherres também deverron trrazer velas. As casadas já têm experriências de levarrem velas na frrente. Os solteiras, que nunca levarram velas, levarron atrrás e os velhinhas, coitadinhas, que já levarram muitas velas na vida, atrrás e na frrente, non prrecisam mais levarr. Os homens que vierrem de cavalos, non deverron amarrar seus animais na pau em frrente de igrreja, porrque aquela pau non é de igrreja, aquela pau é meu. Um aviso aos vaqueirros: non deverron entrrar no igrreja com esporras, porrque esporra aqui, esporra ali, acabam esporrando toda gente. Terremos também uma campanha parra o porton de cemitérrio; parra os cavalos non entrrarrem porrque senon piça aqui, piça ali e quando vocês morrerrem piçam vocês também. No fim de prroceçon terremos uma chupada na frrente do igrreja acompanhada de uma brrincadeirra que serrá da seguinte maneirra: em cada punta vamos colocarr um parril de chupp, ficando do lado dirreito os homens e do lado esquerrdo os molherres. Quando eu contarr até trreis, corram todos e vão parra punta do parril. Quem chegarr prrimeirro serrá o vencedorr. Parra qualquer informaçon estarrei a disposiçon na puntarria do convento das frreirras.
Naquele dia, saiu Jesus e sentou-se à beira do lago. Seus discípulos se ajoelharam à sua volta, e disse Jesus: - Antão, beija a minha mão! Antão, levantou-se aproximou-se de Jesus e beijou-lhe a mão! - Tomé, beija o meu pé! Tomé levantou-se aproximou-se de Jesus e beijou-lhe o pé! - Ramalho, porque te afastas de mim?
Um cowboy entrou na cidade e viu um índio sentado à soleira da porta da sua (do índio) casa. Cowboy: Hei, lindo cão. Posso falar com ele? Índio: Cão não falar. Cowboy: Hei, cão, como é que vai isso? Cão: Tudo bem. Índio: (com um olhar chocado) Cowboy: Este é o teu dono? (apontou para o índio) Cão: É. Cowboy: Ele trata-te bem? Cão: Muito bem. Leva-me a passear duas vezes por dia, dá-me comida boa e leva-me até ao lago uma vez por semana para brincar. Índio: (olhar incrédulo) Cowboy: Posso falar com o teu cavalo? Índio: Cavalo não falar. Cowboy: Hei, cavalo, como vai isso? Cavalo: Muito bem, obrigado por perguntares. Índio: (com olhar extremamente chocado) Cowboy: Este é o teu dono? (aponta para o índio) Cavalo: É. Cowboy: Como é que ele te trata? Cavalo: Muito bem. Escova-me regularmente, trata-me dos parasitas e construiu-me um estábulo para eu não ficar à chuva e ao frio. Índio: (com os olhos esbugalhados) Cowboy: Importas-te que fale com a tua ovelha? Índio: Ovelha mentir.
Um tipo, no seu lindo Ferrari, conduzia a alta velocidade quando encontrou uma placa que dizia: "Reduza a 70 km". Um pouco contrariado, o tipo passou a rodar a essa velocidade. Possando um bocado encontrou outra placa que dizia: "Reduza a 50 km". Embora sem ver qualquer motivo para isso, o tipo reduziu a velocidade. Um tanto mais à frente outra placa. Desta vez dizia: "Reduza a 10 km". Puta da vida, o tipo passou a andar a 10 km hora. Passado muito tempo, encontrou outra placa que dizia: "Bem-vindo a Reduza"!
Um dia uma velhinha foi ao Banco do Canadá, levando um saco cheio de dinheiro. Insistiu que tinha de falar com o gerente para abrir uma conta poupança porque "É muito dinheiro!". Depois de uma discussão e hesitação, o pessoal do banco conduziu-a, finalmente, ao gabinete do presidente ( o cliente tem sempre razão ...). O presidente perguntou-lhe então quanto é que ela queria depositar. Ela respondeu cento e sessenta e cinco mil dólares e despejou o dinheiro que trazia no saco em cima da secretária. O presidente ficou, obviamente, curioso em como é que ela tinha conseguido reunir tanto dinheiro, e perguntou-lho. A velhinha respondeu: "Faço apostas". Cada vez mais curioso, o presidente perguntou: "Apostas? Mas que espécie de apostas?". Então a velhinha disse: "Olhe, por exemplo, aposto vinte e cinco mil dólares em como os seus tomates são quadrados.". "Ah, ah" riu o presidente. "Isso é uma aposta estúpida; não tem hipótese nenhuma de ganhar.". "Isso significa que não se importa de fazer uma aposta comigo?" perguntou a velhinha. O presidente: "Claro; aposto vinte e cinco mil dólares em como os meus tomates não são quadrados.". Então a velhinha disse: "Está bem; mas como está muito dinheiro em jogo posso trazer o meu advogado como testemunha amanhã às dez horas da manhã?". "Com certeza", respondeu o presidente, confiante. Nessa noite o presidente começou a ficar nervoso com a aposta e passou muito tempo em frente do espelho a verificar os seus tomates, virando-se de um lado para o outro, uma e outra vez. Inspeccionou-os minuciosamente até se certificar, definitivamente, que não havia hipótese nenhuma de os seus tomates poderem ser considerados quadrados, e que, portanto, ganharia a aposta. Na manhã seguinte, precisamente às dez em ponto, a velhinha apareceu com o advogado, no gabinete do presidente. Apresentou o advogado ao presidente e repetiu a aposta: "vinte e cinco mil dólares em como os tomates do presidente são quadrados!". O presidente concordou e a velhinha pediu-lhe que descesse as calças para que pudesse ver, com o que o presidente concordou. A velhinha foi olhar de perto os tomates; depois perguntou se podia apalpá-los. "Bom está bem!", disse o presidente; "vinte e cinco mil dólares é muito dinheiro; portanto acho que tem o direito a certificar-se.". Nessa altura, o presidente reparou que o advogado estava em silêncio, a bater com a cabeça na parede, violentamente, e perguntou à velhinha o que é que se passava com ele. Ao que ela respondeu: "Nada de especial; só que apostei com ele cem mil dólares em como hoje às dez da manhã teria os tomates do presidente do Banco do Canadá nas minhas mãos!".
Um tipo passou por tudo o que era sinal vermelho. Um polícia mandou-o parar e disse: -Bonito, hein? -Bonito e veloz! Sabe que posso tirar-lhe a carta de condução? -Não vejo como. Eu ando há dois anos a ver se a tiro e ainda não consegui. -Engraçadinho. e o cinto de segurança? -Está no porta mala a segurar uma botija de gáz. Então o polícia, já irritado, perguntou à fulana que ia ao lado: -Ele é sempre assim engraçadinho? -Não, senhor guarda, só quando está bêbado!
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